26 de nov. de 2013

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO DAS AULAS COMO ESTRATÉGIA PARA A CONCRETIZAÇÃO DE UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO AMBIENTE ESCOLAR NO ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA

                                    ARTIGO 

         Elisiane da Costa Moro  -  Janete Maria Scopel  -  Roseli Fornaza  
                          Sandro George Luciano Prass  -  Uiara Bonatto 

 (alunos do Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática da Universidade de Caxias do Sul)

6 de out. de 2013

PROJETO DE MESTRADO: O ENSINO COLABORATIVO COMO UMA PERSPECTIVA PARA UMA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA


O ENSINO COLABORATIVO DA FÍSICA NO ENSINO MÉDIO
Ultima versão do nosso Projeto de Mestrado em Ensino de Ciências e Matemática
Universidade de Caxias do Sul / 2013-1 (Aprovado).

Resumo
O baixo rendimento dos alunos do ensino fundamental e médio na disciplina de Física vem sendo recorrentemente apontado na literatura, em geral associado à falta de interesse nas aulas, essas são descritas por eles como sendo cansativas. Os professores, por sua vez, reconhecem a falta de estrutura pedagógica dos ambientes de aprendizagem. Nesse contexto, propomos elaborar e experimentar algumas estratégias de ensino-aprendizagem que envolvam os alunos neste processo, desfazendo o modelo unilateral de apresentação dos conteúdos, fazendo-os participar da aula na busca de uma aprendizagem significativa. Estratégias estas elaboradas a luz da teoria Sociointeracionista de Wygotsky e da Aprendizagem Significativa de Ausubel, com ênfase em metodologias que despertem nos alunos a necessidade de estudar e participar das aulas. A proposta de trabalho é tem como principal corrente epistemológica a do Construtivismo Social, devido à forma como serão tratados os dados da pesquisa e a forma sociointeracionista da sua realização.

Palavras-chave:  Ensino Colaborativo; Aprendizagem Significativa, Ausubel; Vygotsky.

22 de jul. de 2013

Ensino Colaborativo no Contexto Escolar - Uma Prática à Luz de Vygotsky


Neste artigo, apresentaremos algumas técnicas e uma análise quantitativa dos resultados obtidos com a utilização de uma metodologia de ensino que privilegia a participação dos alunos no desenvolvimento das aulas de Física no nível escolar e que resultaram em um aumento significativo do rendimento e do interesse dos alunos pelos estudos da disciplina.

http://issuu.com/sandroprass/docs/o_ensino_colaborativo_na_escola_uma

30 de jun. de 2013

Princípios do Peer Instruction Aplicados no Contexto Escolar em Aulas de Física do Ensino Fundamental e Médio


Este artigo descreve como alguns elementos do Peer Instruction são aplicados para melhorar consideravelmente o interesse dos alunos do ensino fundamental e médio pelos estudos e o rendimento escolar.

Artigo

http://issuu.com/sandroprass/docs/principios_do_peer_instruction?workerAddress=ec2-54-224-209-177.compute-1.amazonaws.com


23 de jun. de 2013

A aprendizagem significativa segundo Ausubel, Piaget, Kelly, Vygotsky, Johson-Laird e Novak

A aprendizagem significativa segundo Ausubel, Piaget, Kelly, Vygotsky, Johson-Laird e Novak


http://issuu.com/sandroprass/docs/a_aprendizagem_significativa_segund

Simplesmente Piaget


Simplesmente Piaget
Sandro George Luciano Prass
Centro de Ciências Exatas e Tecnologia
Mestrado Profissional em Ensino de Ciências e Matemática
29/05/2013

Jean Piaget início os estudos sobre a Teoria Construtivista, onde relata que o desenvolvimento da espécie humana é estruturado a partir do seu nascimento até a sua idade adulta, ou seja, durante toda a sua vida.
Segundo Piaget, o indivíduo não possui conhecimento determinado quando nasce e sim, aprende ao decorrer da vida com as pessoas que vivem ao seu redor. Todo o saber é uma construção que vai acontecendo a partir da infância, ao longo da juventude e até na vida adulta do indivíduo, fazendo com que esse interaja tanto de contexto físico como cultural com a sociedade em que está inserido. 
Piaget  criou estágios para explicar a evolução da inteligência humana.

I.                   Estágio sensório motor
São os primeiros dezoito meses de vida do indivíduo, em que ele obtém o desenvolvimento inicial das coordenações e relações de ordem entre o próprio corpo com os objetos.
II.                Estágio pré-operatório
Desenvolve-se durante a idade de dois a seis anos, onde a criança consegue reproduzir imagens mentais, tem intuição dos fatos, possui uma linguagem com boa comunicação e é atenta em tudo que está ao seu redor.
III.             Estágio operatório concreto
Encontra-se dos sete aos onze anos, quando já começa a ter uma linguagem mais social, possui capacidade de classificar as atitudes más das boas, pensa melhor e tem maior facilidade para se agrupar aos outros.

IV.              Estágio das operações formais

         Dos doze anos em diante, é o estágio de transição entre a adolescência para a idade adulta, ao longo do tempo vai adquirindo conhecimento, pensa com mais paciência em suas atitudes e tem a linguagem como suporte do pensamento conceitual.

Invariantes Funcionais
            A assimilação e a acomodação por serem características de caráter biológico são denominadas por muitos autores como sendo invariantes funcionais, apesar de estarem sempre sofrendo variações em função do processo de adaptação que é descrito a seguir.

I.                  Assimilação
          Ocorre quando o sujeito interage com o meio (material de estudo) e constrói esquemas mentais de assimilação para abordar a realidade.
Um esquema de assimilação pode não ser aceito e descartado ou aceito.

II.                Acomodação
         Ocorre quando um esquema de assimilação sofre uma acomodação, que gera uma reestruturação da estrutura cognitiva e assim se dá o desenvolvimento cognitivo.
Não há acomodação (reestruturação) sem assimilação.

III.             Adaptação
         É o equilíbrio entre a assimilação e a acomodação.

IV.              Equilíbrio Majorante
         Experiências de acomodação dão origem a novos esquemas de assimilação e a um novo estado de equilíbrio. A mente tende sempre ao equilíbrio, quando este equilíbrio é rompido por novos experimentos um novo esquema de assimilação é gerado afim de se atingir um novo equilíbrio.
         Piaget não se refere a conceitos de aprendizagem e sim do desenvolvimento cognitivo – aumento de conhecimento. Mas, só há aprendizagem quando esquemas de assimilação sofrem acomodação.