16 de set. de 2018
24 de ago. de 2017
A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO COMO ESTRATÉGIA PARA A CONCRETIZAÇÃO DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA NO AMBIENTE ESCOLAR NO ENSINO DE CIÊNCIAS E MATEMÁTICA
Em
toda a história da humanidade é possível perceber que o planejar sempre fez
parte da realidade humana. O homem quase sempre pensou as suas ações, utilizou
a razão na tomada de decisões que lhe fossem mais favoráveis ou ao seu grupo
social. O ato de imaginar, pensar, não deixa de ser uma forma de planejamento.
“O
planejar é uma realidade que acompanhou a trajetória histórica da humanidade. O
homem sempre sonhou, pensou e imaginou algo na sua vida.” (Menegolla,
San’tAnna, 2001, p.15).
https://issuu.com/sandroprass/docs/artigo_planejamento_2017
28 de jul. de 2017
The Planning as a Fundamental Framework for the Construction of Knowledge and the Promotion of Meaningful Learning
This article discusses the construction of knowledge and the promotion of meaningful learning through planning education as a fundamental framework for such learning. We live in numerous situations involving planning our actions as educators in a school setting can not distance ourselves from it. We try to plan our classes, recreational activities, professional, social and various other activities that we developed in the course of our day-to-day commitments. Thus, we find that all human actions require planning so they are well executed and can achieve a certain success. The planning of teaching is to the teacher guiding the actions that are necessary for the process of teaching, learning is meaningful, and that the desired results are achieved. The planning in schools requires systematic interdisciplinary actions and seamlessly between the curricular components of each area of knowledge, and also between areas according to the National Curricular Parameters and not just in isolated curricular components. There are several difficulties encountered by teachers in structuring the proposed plan, but we can not look at him as just a bureaucratic activity to be accomplished.
26 de jul. de 2017
A influencia da memória de longo prazo no desempenho escolar: um estudo do Testing Effect
Relato de pesquisa:
O “Testing Effect” refere-se à descoberta de que a memória de longo prazo é aumentada através de estratégias de ensino aprendizagem diferenciadas e propositalmente estruturadas para converter informações da memória de curto prazo em conhecimentos na memória de longo prazo. O Testing Effect tem seus resultados publicados desde 1917 por Gates. Neste trabalho apresentaremos alguns resultados experimentais de uma pesquisa realizada (no Brasil) com dois grupos de alunos do 1º ano do ensino médio em 2017, na disciplina de Física.
O “Testing Effect” refere-se à descoberta de que a memória de longo prazo é aumentada através de estratégias de ensino aprendizagem diferenciadas e propositalmente estruturadas para converter informações da memória de curto prazo em conhecimentos na memória de longo prazo. O Testing Effect tem seus resultados publicados desde 1917 por Gates. Neste trabalho apresentaremos alguns resultados experimentais de uma pesquisa realizada (no Brasil) com dois grupos de alunos do 1º ano do ensino médio em 2017, na disciplina de Física.
A pesquisa foi baseada nos estudos do professor Thomas C.
Toppino (PhD) do Department of Psychology Villanova University, Pensilvania –
USA.
Numa análise estatística
de resultados é possível perceber a diferença quantitativa dos resultados por
faixa de rendimento. Sendo que a queda dos resultados classificados como BAIXOS
(RUINS) foi de 73%, e os ditos BONS RESULTADOS aumentaram em 233% e os ditos ÓTIMOS
aumentaram 100%.
Acesse o artigo da pesquisa: http://issuu.com/sandroprass/docs/testing_effect_na_aprendizagem
25 de jun. de 2017
9 de abr. de 2017
UEPS DE FÍSICA: EXPERIMENTOS COM O USO DE APLICATIVOS, TABLETS E SMARTPHONES
O objetivo deste artigo é apresentar
uma UEPS- unidade de ensino potencialmente significativa experimental que utiliza tablets e smartphones no estudo de
fenômenos ondulatórios, no estudo do som, que foi aplicada a professores de
Ciências e Física de escolas públicas durante o III Simpósio de Ensino de
Ciências e Matemática da Serra Gaúcha (III SECINSEG), promovido pelo Programa
de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática e pelo projeto Engenheiros
do Futuro e organizado pelo Centro de Ciências Exatas e Tecnologia da
Universidade de Caxias do Sul (UCS) junto com a 4ª Coordenadoria Regional de
Educação (4ª CRE/RS). São apresentadas três atividades
experimentais, em que foi utilizado o aplicativo para tablets e smartphones com
sistema operacional Google Android, ambos gratuitos e de fácil acesso.
30 de mar. de 2017
Peer Instruction no Brasil
Matéria que participamos divulgada pelo SINEPE do PR sobre a nossa experiência com o Peer Instruction. Um resumo bem pontual do assunto.
20 de mar. de 2017
Para enriquecer a aprendizagem: Peer Instruction
(matéria publicada no site do SINPRO - DF)
Prof. Eric Mazur, Harvard.
Um dos principais objetivos dos professores sempre foi o progresso de seus alunos, algo que nem sempre é possível por meio das pedagogias tradicionais. Ao notar que a aprendizagem dos estudantes de Física ficava bem aquém do desejado, o professor e pesquisador de Harvard, Eric Mazur, começou a elaborar, em meados dos anos de 1990, o método de educação por pares (peer instruction, em inglês). “A educação por pares engaja os estudantes durante a aula por meio de atividades que requerem que cada um estude os conceitos principais que estão sendo apresentados e depois explique esses conceitos para seus colegas. Em vez da prática comum de fazer questões informais durante uma apresentação, o que tipicamente envolve alguns poucos alunos altamente motivados, o processo mais estruturado de estudos da educação por pares envolve todos os estudantes da turma”, descreve Mazur, em artigo publicado em 2001.
Link da matéria: http://www.sinprodf.org.br/para-enriquecer-a-aprendizagem/
19 de mar. de 2017
COMO LEVAR A APRENDIZAGEM ATIVA PARA A SALA DE AULA?
(texto produzido por solicitação do Sinepe/RS em março/2017)
Após
quase sete anos de pesquisa e prática sobre as estratégias de ensino
aprendizagem ditas ativas que fazem sucesso no mundo (tipo o Problem Based
Learning, Peer Instruction ou o Just-in-time Teaching), percebi que nenhum dos
conjuntos de estratégias se adequava integralmente a realidade de sala de aula
aqui no Brasil. Daí, após os testes, comecei a formatar um modelo adaptado à
nossa realidade cultural, aproveitando o que funcionou bem em cada uma das
estratégias estrangeiras.
Através
de estratégias ativas de ensino é possível romper com a ideia de que as aulas
são apenas momentos de transferência de informação do professor para os alunos
e na prática melhorar muito os níveis de aprendizagem. Identifiquei um aumento
de até 10% na média das notas das turmas nos primeiros testes e em mais de 100%
na quantidade de notas altas (próximas do gabarito das provas), além da
melhoria nos resultados em indicadores externos (Enem, simulados e
vestibulares).
Dentre
inúmeras dicas possíveis destaco algumas, como a de fazer uma introdução ao
conteúdo que será estudado e ir passando a palavra aos alunos para que possam
ir expressando seus conhecimentos prévios a cerca do tema e em seguida, organizando
estes conhecimentos prévios apresento o novo conhecimento, permitindo que os
alunos façam associações, questionamentos e propostas sobre o tema. Eles
costumam levantar situações muito pertinentes e algumas inclusive erradas que certamente
iriam influenciar negativamente no momento da avaliação se persistissem.
Mediando
as discussões entre o velho e o novo conhecimento sempre vou lançando algumas
questões, perguntando, me fazendo de bobo, de desentendido pra vê-los construir
e reconstruir linhas de pensamento. Quanto mais aprimorado o que eles falam,
perguntam ou propõem, ais eles entendem o conteúdo. É a técnica do “como
assim?”, “Não entendi”.
Dependendo
do tema costumo solicitar aos alunos que pesquisem o conteúdo em casa para
iniciarmos a próxima aula. O resultado quase sempre é surpreendente, eles
contribuem tanto que sobra pouco pra eu explicar. Basicamente eu só vou
organizando as contribuições deles. É fazer os alunos construírem ativamente a
aula que eu iria dar sozinho no modelo tradicional. No inicio alguns se
dedicavam a essas pesquisas, mas com a competitividade natural que existe entre
eles por falar, por participar da aula, em pouco tempo a maioria se prepara e
quer contribuir com alguma coisa, nem precisa dar nota pra isso.
Em
vista das falas e dos questionamentos dos alunos consigo perceber a maioria dos
erros de interpretação, de cálculos ou conceituais existentes entre meus alunos
e assim fazer a correção a tempo. Caso contrário eu só descobriria na prova que
eles não haviam entendido tal coisa.
Gradativamente
fui incorporando estratégias ativas de ensino aprendizagem na minha forma de
ensinar e percebendo o salto na qualidade da aprendizagem e das relações com os
alunos, pois mais motivados, contentes com suas participações nas aulas e com
as notas, tornaram as aulas momentos de maior prazer e realização para todos
nós. É comum ouvir alguém dizer ao ouvir o sinal ”mas já”, “nem percebi o tempo
passar”, “fica mais um período professor”, entre outras.
Em congressos e
jornadas pedagógicas que participo e falo deste tema é comum me perguntarem se
a aprendizagem ativa serve para qualquer disciplina ou apenas para a Física? Acompanho
a experiência de professores de todas as disciplinas, da educação infantil ao
ensino superior, do ensino público ao privado, que trabalham com sucesso tais
estratégias de ensino, pois toda a aprendizagem sempre tem como ponto de
partida o que o aluno já sabe.5 de mar. de 2017
A avaliação diagnóstica como ferramenta de aprendizagem na aprendizagem ativa
(Quase sempre uma ferramenta mal utilizada)
Optar
por estratégias de ensino-aprendizagem associadas a chamada aprendizagem ativa
é sem dúvida uma excelente opção para melhorar a aprendizagem dos alunos nas
aulas, tanto na educação básica como no ensino superior.
Existem
diversas propostas de enorme sucesso no mundo inteiro que se propõem a
transformar um grupo de alunos passivos no processo educacional em ativos,
participantes, questionadores, colaborativos. A exemplo destas podemos citar o
PBL - Problem Based Learning (Aprendizagem Baseada em Problemas), o famoso Peer
Instruction (Instrução pelos colegas) do professor Eric Mazur de Harvard,
Think-Pair Share (Pense-Par-Compartilhe), Cooperative Note-Taking Pairs
(Tomando notas cooperativamente em Pares), o Just-in-time Teaching (Ensino na
hora certa) do professor Gregor Novak ou o Flipped
Classroom (sala de aula invertida).
Após
testar todas elas durante seis anos, com mais de três mil estudantes do ensino
médio, especificamente em aulas de Física e Matemática, foi possível
identificar diversos elementos destas propostas que são totalmente aplicáveis aos
estudantes do Brasil, dada a realidade diferenciada em relação aos países de
origem das propostas.
No
entanto, cabe salientar que aprendizagem ativa não é simplesmente colocar os
alunos a desenvolverem atividades em grupo. É fundamental a mediação do
professor durante o processo, questionando, estimulando, ouvindo, provocando,
guiando seus alunos para que a tão citada aprendizagem significativa aconteça.
Para
tanto são necessárias estratégias que ativem os conhecimentos prévios dos
alunos e que estes conhecimentos prévios sejam relacionados com os novos
conteúdos que esta sendo trabalhado, para então, feitas as relações, aconteça à
aprendizagem. É ir do que o aluno já sabe, ao conflito com o novo, à
assimilação (incorporação) do novo conhecimento.
E
é justamente neste processo que o professor tem a grande oportunidade de ir
conhecendo as concepções dos seus alunos, as dúvidas e dificuldades destes (ir
avaliando) e assim antecipadamente ir corrigindo ponto a ponto o que na prática
só seria detectado quando em geral já é tarde, ou seja, na avaliação.
Por
isso, através da aprendizagem ativa é possível antecipar os problemas que
apareceriam no momento da avaliação formal e assim evitar que estes aconteçam.
Seguramente os alunos se sairão bem melhor na avaliação e se sentirão mais
motivados com o processo de ensino aprendizagem.
Segundo
pesquisas científicas realizadas é possível melhorar em até 20% o rendimento
dos alunos com a utilização das estratégias ativas de ensino aprendizagem com
foco em uma avaliação antecipada da aprendizagem.
19 de fev. de 2017
Estratégias ativas de ensino-aprendizagem
Artigo publicado nas atas digitais do Seminário Internacional de Práticas Pedagógicas Inovadoras, em 4 de outubro de 2016, em Curitiba. Link (artigo na página 170): Artigo Aprendizagem Ativa
Seminário Nacional Investigando Práticas de Ensino e Seminário Internacional de Práticas Pedagógicas Inovadoras 2016
Realizado no dia 4 de outubro de 2016, nas dependências da Universidade Positivo, a 4ª edição do Seminário Nacional Investigando Práticas de Ensino em Sala de Aula e, no mesmo evento, em parceria com o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, a 2ª edição do Seminário Internacional de Práticas Pedagógicas Inovadoras.
O evento teve como diferencial as alternativas de participação nas modalidades presencial e on-line. Estiveram presentes participantes de escolas conveniadas ao SPE, de municípios conveniados ao Sistema de Ensino Aprende Brasil e de outras instituições do Brasil, de Portugal e de outros países.
Link para as ATAS digitais dos trabalhos apresentados ATAS DIGITAIS
12 de fev. de 2017
A PRÁXIS NA CONSTRUÇÃO E RECONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO
Como o próprio psicólogo Lev Semenovich Vygotsky já
afirmava: “o saber que não vem da experiência não é realmente saber”. Assim,
entendo que o processo de aprendizagem mais significativo requer participação
mais ativa e estimulante do professor e do meio, como mediador do aprendizado.
Por isso, a importância da compreensão dos mecanismos que envolvem a aprendizagem é tão importante por parte dos docentes, seja pela explicação, experimentação ou pela descoberta.
Essa descoberta a que me refiro não uma descoberta do tipo
extraordinária, incrível ou inédita. Refiro-me às pequenas hipóteses, elaboradas
pelos alunos quando em um ambiente de experimentação. Onde os mesmos tem a
liberdade de discutirem as possibilidades e experimentarem as suas hipóteses a
fim de verificarem a validade das mesmas. Pois quando desta atividade o aluno
está na verdade construindo conhecimento, ou reconstruindo a partir do que eles
sabem, fazendo ganchos nos seus conhecimentos prévios (subsunçores de Ausubel)
e discutindo possibilidades para que desta prática eles possam quando for
realmente necessário saberem realmente como proceder para resolver um problema
ou propor uma teoria.
Os alunos estão muito acostumados ou condicionados a darem
respostas prontas quando questionados e creio que seja por que não seja
propiciado situações onde ele possa elaborar ou discutir as suas ideias. Onde
ele possa ser ativo na elaboração de teorias, mesmo que momentaneamente
equivocadas. O medo é tão grande de tentar que eles nem arriscam.
Conforme o professor Pedro Demo “As pessoas
não constroem conhecimento; elas, na verdade, reconstroem a partir do que já
existe e já se sabe. O que o aprender significa? Não é só reconstruir
conhecimento, é também forjar o sujeito capaz de ser o dono do seu
conhecimento, ser autônomo em seu conhecimento”. (Pedro Demo, Jornal do Brasil,
2000)
Também concordo plenamente com o professor Moacir Gadotti da
Unicamp que afirma que “a educação é antes de mais nada, ação, práxis, decisão.
E falar “sobre” a educação sem esse pressuposto é trair a própria natureza da
educação” (GADOTTI, 1982). Por isso, como docente da área da ciência, da
tecnologia e da matemática entendo que devamos dar essa oportunidade para que o
processo de desenvolvimento da capacidade de construção do conhecimento
aconteça nos nossos educandos. Consoante a Paulo Freire, onde diz que “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar as
possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção”.
Professor gaúcho descomplica a Física em sala de aula
Fórmulas aparentemente sem solução, conceitos complexos e teorias indecifráveis são capazes de provocar pânico nas salas de aula. A metodologia do ensino de Física, nos últimos anos, está sendo questionada em várias partes do mundo – inclusive no Brasil – porque o objetivo principal do ensino da disciplina não é que os alunos decorem o conteúdo, mas que compreendam e desvendem os mistérios e os fenômenos que ocorrem na natureza. E é exatamente isso que acontece no Colégio Murialdo, em Caxias do Sul (RS).
Continua . . .
Abaixo alguns link de sites que replicaram a matéria na íntegra.
http://www.segs.com.br/educacao/51264-professor-gaucho-descomplica-a-fisica-em-sala-de-aula.html
http://www.revistafatorbrasil.com.br/ver_noticia.php?not=336252
http://www.centralpress.com.br/professor-gaucho-descomplica-a-fisica-em-sala-de-aula/
http://paranashop.com.br/2017/01/professor-gaucho-descomplica-a-fisica-em-sala-de-aula/
http://www.redesul.am.br/noticias/especiais/31-01-2017/professor-caxiense-apresenta-metodologia-de-ensino-que-descomplica-a-fisica
24 de mai. de 2015
UEPS de Física - Unidade de Ensino Potencialmente Significativa

O material refere-se a uma
UEPS (unidade de ensino potencialmente significativa), que é um plano de aula
estrategicamente focado para que ocorra a aprendizagem significativa dos
conteúdos abordados. A intensão desta UEPS é mais do que dar indicativos de como
se poderia elaborar uma aula sobre Física Moderna, mas sim mostrar dar uma
ideia de elaboração de uma aula que esteja baseada nos conhecimentos prévios
dos alunos e na teoria da aprendizagem significativa de Ausubel. Publicado na
Revista Profissão Mestre de Maio de 2015.
1 de jun. de 2014
O Celular como ferramenta de aprendizagem
Por muito tempo considerados sinônimos de distração e indisciplina em sala de aula, os telefones celulares estão ganhando utilidade bem mais nobre nas escolas. Iniciativas desenvolvidas em várias instituições da Serra Gaúcha demonstram que os aparelhos podem, sim, ajudar no processo de aprendizagem. Experiências dos professores Sandro Prass, Daiana Pellenz e José Ricardo Ledur.
http://issuu.com/sandroprass/docs/o_celular_como_ferramenta_de_aprend
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